Segundo o blog do jornalista Valdo Cruz, no g1, direção nacional do partido afirma que senador deve apoiar outro nome na disputa estadual.
O presidente nacional do Republicanos, deputado federal Marcos Pereira, afirmou que o senador Cleitinho Azevedo não deve disputar o Governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. A declaração foi publicada nesta quarta-feira, 29 de julho, pelo blog do jornalista Valdo Cruz, no g1.
Segundo a publicação, a avaliação da direção nacional do Republicanos é de que Cleitinho não será candidato ao Palácio Tiradentes. O partido trabalha com a possibilidade de apoio a outro nome na disputa pelo governo estadual.
A indefinição sobre a candidatura de Cleitinho vinha movimentando o cenário político em Minas. O senador era tratado como pré-candidato pelo Republicanos e aparecia entre os nomes com maior visibilidade para a disputa estadual.
No último sábado, 25 de julho, Cleitinho não participou da convenção estadual do Republicanos em Minas. Segundo a CNN Brasil, o partido adiou a definição sobre a candidatura ao governo e informou que aguardaria uma decisão do senador na primeira semana de agosto. A ausência ocorreu em meio ao luto pela morte do irmão mais novo do parlamentar.
Antes disso, veículos nacionais e regionais registraram informações divergentes sobre o futuro político de Cleitinho. O Correio Braziliense informou que o Republicanos já avaliava uma possível desistência do senador da disputa pelo Governo de Minas. Já O Fator publicou que Eduardo Azevedo, irmão de Cleitinho, afirmou que a candidatura estaria decidida, embora o senador ainda não tivesse feito confirmação pública.
O PL de Minas também decidiu não lançar candidatura própria ao governo estadual e deixou em aberto a possibilidade de composição, dependendo da definição de Cleitinho. Segundo a Veja, a legenda aguardava uma decisão do senador para definir os próximos passos na disputa pelo Palácio Tiradentes.
Até o momento, Cleitinho ainda não anunciou publicamente uma decisão definitiva sobre disputar ou não o Governo de Minas. Caso não entre na corrida estadual, o senador poderá influenciar a formação de alianças no campo da direita e centro-direita no estado.
A confirmação oficial das candidaturas depende das convenções partidárias, atas e registros eleitorais dentro do calendário definido pela Justiça Eleitoral.
Fonte:
g1, blog do Valdo Cruz; CNN Brasil; Correio Braziliense; O Fator; Veja.












